CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE TUPARETAMA / PE – A CASA DO POVO

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE TUPARETAMA / PE – A CASA DO POVO

SÍMBOLOS

SÃO SÍMBOLOS MUNICIPAIS DE TUPARETAMA A BANDEIRA, O HINO E O ESCUDO (ARTIGO 3º DA LEI ORGÂNICA MUNICIPAL).

HINO MUNICIPAL tem letra de Salete Menezes e Pedro Torres Tunu, música de Salete Menezes e partitura de Lia Maciel. Foi aprovado pela Lei Municipal 01/84 de 09 de abril de 1984.

Curiosidade: O projeto do hino municipal foi bastante discutido antes de sua aprovação na Câmara de Vereadores. O líder da oposição Hidalberto Lima contestou a historicidade dos versos “Tua história de estória tão singela tem começo na casa original da mãe preta a Negra Manoela.”. Alegou Hidalberto que Tuparetama teve seu ‘começo’ com a casa do cel. Manoel Benedito, seu bisavô. O verso deve ser visto como liberdade poética dos letristas e como homenagem ‘politicamente correta’, ao promover como ‘mãe’ de Tuparetama uma figura até então quase anônima e marginalizada. Historicamente a negra Manoela tem menor relevância que Manoel Benedito. Ela teria habitado essas terras antes de sua povoação definitiva. Quanto a Manoel Benedito é quase impossível imaginar a Tuparetama de hoje não tivesse ele vindo se estabelecer nessa localidade. De fato a História de Tuparetama tem começo a partir da construção da casa do coronel. Depois de muitos debates, o hino acabou sendo aprovado pela Câmara como queria Pedro Tunu, sem alteração nos versos.

A nossa BANDEIRA foi idealizada por Abílio Leite de Oliveira e hasteada pela primeira vez em 11 de abril de 1971. Segundo o idealizador, a região sertaneja com seu clima quente está representada no amarelo do escudo. A bandeira nacional está representada nas cores verde e branco. As idéias de fraternidade, coragem e esperança num futuro promissor encontram-se sintetizadas na frase “Paz, Trabalho e Progresso”, ainda em clara alusão ao estandarte nacional.

ESCUDO presente no centro da bandeira, traz desenhada uma paisagem com as serras do município, linhas paralelas que representam as terras aradas da agricultura, mandacarus que simbolizam a vegetação típica do sertão e o algodão, produto agrícola de grande peso na economia local desde os tempos de vila e com presença ainda muito forte na época da criação da bandeira.